Aquários de água doce, aquarios de água salgada e lagos de peixes ornamentais.

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A reprodução do peixe Betta (Betta Splendens – Peixe de briga)

O primeiro passo a dar para se obter sucesso na reprodução do Betta é o preparo do aquário onde ocorrerá o cruzamento.

Qual o melhor tamanho de um aquario? Betas podem ser cruzados até em pequenos aquários de 30 x 30 x 20 cm, com capacidade de 12 litros, mas depois de nascidos, a manutenção dos alevinos irá se tornar em pouco tempo um problema pela poluição da água. Alimentar alevinos na quantidade exata de comida é muito difícil e o excesso dado irá poluir o aquário. Se sua capacidade é pequena e não podemos usar filtragem, em poucos dias a água torna-se perigosa para os alevinos e sua transferência para outro aquário também seria danosa. Assim sendo, é preferível trabalhar com aquários de 50 x 30 x 30 cm, com capacidade de 45 litros, que pode suportar a ninhada por 30 a 60 dias, quando já poderemos subdividi-la sem riscos, passando-a para dois ou mais aquários conforme o número de filhotes obtidos no cruzamento.

O aquário onde faremos o cruzamento deve ser bem limpo e posto para secar no sol por uma hora, procurando-se com isso uma boa higiene inicial. A seguir é cheio com uma altura de 20 cm de água de pH neutro (7.0), e deverá ser a adicionado um fungicida comercial de boa qualidade, na proporção de uma gota para cada 10 litros de água, como preventivo a fim de proteger a desova de fungos, o que pode ocorrer se não for tomado esse cuidado.

Usamos espalhar pela superfície do aquário uma boa quantidade de samambaias d’água, que servirão tanto para apoio do ninho, quanto para proteger a fêmea de machos mais agressivos, no período da corte, quando ela ainda não está pre disposta ao cruzamento.

Um vidro de boca larga, ou um pequeno aquário usado para guardar os machos, é colocado, cheio da mesma água do aquário, em seu centro, o qual irá receber a fêmea selecionada para o cruzamento.

Alguns criadores costumam colocar dentro do aquário, em um de seus cantos, uma pedra de bom tamanho, sem arestas, para servir de refúgio à fêmea, antes e depois do cruzamento.

Terminado este preparo inicial, baixamos o nível da água para 15 cm, o que nos dará oportunidade de fazer uma limpeza final no aquário, deixando-o isento de pedaços de raízes ou outros materiais trazidos pelas plantas. Este nível de 15 cm é denominado “nível de cruzamento”, e visa dar espaço aquático para as manobras do macho e da fêmea no momento do cruzamento.

Deixamos este aquário preparado descansar por 48 a 72 horas, enquanto selecionamos os reprodutores e os condicionamos à reprodução com a intensificação da alimentação, composta de muitos alimentos vivos.

Após este prazo, é chegado o momento de introduzirmos o macho e a fêmea no aquário. Coloca-se a fêmea dentro do pequeno recipiente no centro do aquário, deixando o macho solto dentro do aquário, sendo ambos colocados no mesmo instante em seu local de espera.

Assim que o macho construir o ninho, o que geralmente ocorre, com machos saudáveis e bem alimentados, com a água em torno de 27º C, cerca de 1 ou 2 horas após serem introduzidos macho e fêmea no aquário de reprodução, soltaremos a fêmea, que imediatamente procurará abrigo em algum dos cantos do aquário.

Imediatamente o macho irá iniciar o seu ritual de cortejamento da fêmea, abrindo as nadadeiras e nadando ao redor da fêmea, a fim de obrigá-la a se aproximar do ninho. O ninho construído pelo macho é constituído de borbulhas que ele faz com ar apanhado na superfície revestidas com um muco que evita que as bolhas estourem e faz com que elas fiquem unidas, formando um grande ninho para receber a desova.

O tempo entre o início da corte e o primeiro abraço poderá ser menor ou maior em função da compatibilidade entre o macho e a fêmea. Para diminuir este problema, é aconselhável deixar o casal que será utilizado na reprodução frente a frente, em aquários separados, por cerca de 10 a 15 dias antes da reprodução.

Se o cruzamento não ocorrer em até 72 horas, fica entendido que não há compatibilidade entre o macho e a fêmea escolhidos, ou a fêmea não está pronta para a desova. Neste caso, a fêmea deve ser retirada do aquário e todo o processo descrito deverá ser reiniciado.

Se tudo der certo, se iniciará o processo de postura dos ovos. O macho nada de encontro à fêmea e, diante dela, a circunda com movimentos produzidos por suas nadadeiras ventrais. A fêmea que, ao aceitar o macho, já assumiu a coloração de cruzamento (aparecem barras laterais espalhadas pelo corpo), coloca-se em posição inclinada com a cabeça abaixada, como se fosse uma posição de submissão ao macho.

Neste ponto do cruzamento, a respiração do macho se torna um pouco diferente do normal, e ele irá com mais frequência à superfície para buscar ar. Isso ocorre para que as glândulas salivares sejam ativadas, permitindo que ele produza uma maior quantidade de muco que será usado para proteger as borbulhas.

O macho aproxima-se da fêmea e a golpeia fortemente próximo a abertura urogenital, onde se situam os ovários. Os golpes produzem uma ação sobre os óvulos, aumentando sua pressão interna, o que facilitará sua saída. Após alguns golpes e tendo a fêmea mantido sua posição inclinada com a cabeça para baixo, o macho tentará traí-la para debaixo do ninho, nadando vagarosamente.

Quando a fêmea se posiciona debaixo do ninho, o macho se aproxima para o primeiro abraço. Com o corpo dobrado em forma de “U”, tendo a nadadeira caudal para baixo, ele abraça a fêmea rodeando-a fortemente. Neste momento, as cavidades urogenitais de amos estão próximas e assim que a fêmea solte os óvulos, o esperma do macho irá fecundá-los. A fêmea também arqueia o seu corpo e abraça o macho, formando um par de “U” que, no momento do abraço e alguns segundos depois, apresentam uma rigidez física, que só se desfaz após a separação dos reprodutores.

Pode acontecer de algumas vezes o macho não abraçar a fêmea no local correto. Isso ocorre geralmente com machos novos em seu primeiro cruzamento.

Quando o aperto exerce a pressão adequada, começam a sair os ovos, os quais afundarão (cerca de 20 a 50 óvulos por abraço), espalhando-se pelo fundo do aquário, próximos ao ninho.

Como não colocamos nada no fundo do aquário, os óvulos irão cair diretamente sobre o vidro do fundo do aquário e serão facilmente visualizados, visto que são de cor branca leitosa.

Ao terminar o abraço, por alguns segundos o macho e a fêmea permanecem entorpecidos, afundando lentamente, sendo que o macho recupera-se primeiro que a fêmea e, imediatamente mergulha na busca dos ovos, recolhendo-os com a boca, envolvendo-os em borbulhas de muco e colocando-os cuidadosamente no ninho. Quase sempre a fêmea ajuda o macho na coleta dos ovos, mas a forma de depositá-los no ninho é diferente. Enquanto o macho mergulha a cabeça no ninho, a fêmea aproxima-se dele e cospe os ovos na direção do ninho.

O trabalho de acasalar, expelir os óvulos, fertilizá-los e colocá-los no ninho poderá levar algumas horas e, ao ser término, os ovos estarão formando um bolo no centro do ninho, podendo ser entre 100 e 400 ovos, dependendo do tamanho e da idade da fêmea.

Ao observarmos que terminou o cruzamento, isto é caracterizado pelo afastamento da fêmea para um dos cantos do aquário e a não permissão do macho de que ela se aproxime do ninho, o criador deverá ter alguns cuidados. O primeiro será retirar a fêmea do aquário, passando-a para um vidro de boca larga, onde exista água descansada com três gotas de anti fungos. Isto irá ajudar a proteger contra infecções que possam ocorrer, caso o macho a tenha machucado. A fêmea permanecerá neste recipiente por 72 horas, sendo bem alimentada e após este período poderá retornar ao seu aquário de origem.

setembro 6, 2011   No Comments

Quanto pode custar um aquário? Custos de montagem e manutenção.

O custo de um aquário pode ser dividido em duas etapas: capital inicial para instalação e despesas futuras para a sua manutenção correta. Em termos de capital inicial, a diferença entre um aquário tropical e um aquário de água fria está na compra de equipamentos de aquecimento para o primeiro. Já o aquário marinho tropical custará muito mais, pois os peixes marinhos são bem mais caros do que os de água doce.

Entre as espécies de água doce, sejam elas tropicais ou de água fria, não há grande diferença de preço. Quanto às espécies marinhas, três fatores concorrem para elevar o seu preço: os exemplares mas bonitos são importados; não é fácil capturá-los e transportá-los; e como não se reproduzem em cativeiro a comercialização se torna muito mais difícil. A instalação de um aquário marinho envolve ainda outros custos extras: cascalhos de conchas e corais são mais caros do que a decoração usada em aquário de água doce (cascalho comum e plantas). O aquário marinho ainda depende de uma água de boa qualidade, que pode ser fabricada pelo aquarista ou comprada em lojas especializadas, ou ainda pega diretamente no mar, neste caso deve-se prestar muita atenção para não introduzir água poluída no aquário.

Uma vez terminada a instalação e colocados os peixes, o custo de manutenção não é alto, mesmo se tratando de um aquário tropical, que requer equipamentos mais caros. A iluminação, a bomba aeradora e o emprego de aquecedor com termostato para garantir a manutenção da temperatura correta, são itens que aumentarão um pouco a conta de luz. Há, no entanto, certos procedimentos que podem minimizar esse consumo, como apagar as luzes e uma vez atingida a temperatura correta, manter apenas aquecedores com poucos watts. Por outro lado, no que se refere à alimentação, você poderá até fazer uma certa economia, capturando ou cultivando alimento vivo para complementar a alimentação dos peixes.

Fonte: Animais de estimação – PEIXES – Manual prático ilustrado. Editora JBIG

janeiro 7, 2011   No Comments

As vantagens dos peixes como animais de estimação

Qualquer um pode criar peixes, mesmo em uma casa pequena. Aliás, trata-se de um hobby ideal para apartamentos, nos quais é difícil ou mesmo proibido manter animais maiores. Os peixes oferecem ainda outras vantagens: não necessitam fazer exercícios; não sujam a casa com pêlos ou penas; não fogem, nem fazem barulho. Tudo o que você necessita é de um pequeno espaço que possa comportar um aquário de 60 cm de comprimento, 30 cm de lartura e 38 cm de altura, com um pequeno espaço que permita o acesso.

Cuidar de um aquário toma bem pouco tempo: a alimentação, a manutenção e a limpeza requerem poucos minutos diários e cerca de uma hora uma vez por semana. Tampouco exige qualquer capacidade especial: se você for hábil o bastante para colocar um parafuso ou trocar uma tomada, estará perfeitamente qualificado. Todos os equipamentos técnicos para aquários – aquecedor, bomba aeradora, luz e filtros – são de uso bastante simples e qualquer pessoa pode manuseá-los.

Fonte: Animais de estimação – PEIXES – Manual prático ilustrado. Editora JBIG

janeiro 7, 2011   1 Comment

A escolha do aquário – Como escolher adequadamente?

Um aquário é o meio ambiente onde vão viver os peixes que nós escolhermos. O tamanho de um aquário, portanto, deve estar diretamente ligado à sua capacidade de suporte. Se o aquário escolhido for muito pequeno para a quantidade de peixes, estes fatalmente irão morrer.

Tipo de aquário e oxigênio

Os peixes dependem do oxigênio  dissolvido na água do aquário. Portanto num determinado volume de água somente poderá viver um determinado número de exemplares – e a isso denominamos capacidade de suporte. Num ambiente fechado, com excesso de pessoas, o ar se torna rapidamente viciado, Nesse caso, abrimos janelas e portas ou vamos para fora. Os peixes não podem fazer o mesmo. Eles dependem exclusivamente do aquarista para que o oxigênio dissolvido na água e todas as outras necessidades do aquário sejam supridas.

Embora se diga que quanto maior é o aquário, mais peixes você poderá ali colocar, na prática, isso não corresponde à realidade. O número de peixes que se pode colocar num aquário está intimamente ligado às dimensões da superfície desse recipiente. Quanto maior a superfície, maior será a quantidade de oxigênio para suprimento dos peixes. Da mesma forma, os gases indesejáveis dissolvidos na água terão maior superfície para escapar. Se você possui dois aquários de mesma capacidade em litros, sendo um deles maior na altura, o outro (que, embora sendo mais raso, apresenta maior superfície quadrada exposta ao ar) é o modelo mais indicado.

Qual o formato ideal do aquário?

Você poderá ter o aquário no formato que desejar, mas o número de peixes vai depender da maior área de superfície apresentada. Esse princípio independe do formato do aquário ou do seu volume total.

O tipo mais comum de aquário é o de formato retangular com as quatro paredes de vidro. Ele oferece uma boa visão e permite uma razoável aeração da água. A largura deverá variar de 30 a 40 cm. A única exceção são os aquários destinados ao desenvolvimento de alevinos, que deverão ser mais rasos.

Qual a capacidade ideal de um aquário?

Dois fatores afetam sensivelmente o suprimento de oxigênio de um aquário e, consequentemente, a sua capacidade de suporte: a temperatura (pois águas frias mantêm mais oxigênio que águas aquecidas) e as espécies (porque variedades diferentes de peixes podem requerer quantidades diferentes de oxigênio dissolvido na água). Os peixes de águas frias requerem mais oxigênio que as espécies tropicais de  água doce. Os peixes tropicais marinhos requerem um pouco mais.

Como as necessidades das espécies influem na escolha do aquário?

Existe uma maneira simples de calcular o tamanho do aquário em relação às necessidades das várias espécies: você deixa um certo número de centimetros quadrados de superfície do aquário para cada centímetro e comprimento do peixe. No entanto, tenha em mente que essa relação deixa três alternativas distintas:
1) para peixes tropicais de água doce;
2) para peixes de água doce fria;
3) para peixes marinhos tropicais.

Se seguirmos a norma de colocar o maior número de exemplares possível em um aquário, veremos que os peixes tropicais de água doce vencem os concorrentes por larga margem de pontos, seguidos pelos peixes de água doce fria; somente então vêem os peixes marinhos tropicais. Em termos práticos, os aquários para as três diferentes categorias poderão ter os respectivos comprimentos: 60, 90 e 120 cm cada, todos com profundidade de aproximadamente 40 cm. A razão é simples: além de se observar a superfície adequada para a troca de oxigênio, deverá ser considerada também a própria condição da água. Quanto maior o volume de água no aquário, mais estaveis serão suas condições. Esse equilíbrio é mais difícil de ser mantido no sistema marinho tropical.

Como o aquário deve ser construído?

Além do tamanho do aquário, devemos considerar também como ele é construído. A água exerce determinada pressão sobre as paredes do aquário. Portanto, antes de construí-lo, você deverá saber qual a espessura de vidro é a mais apropriada para cada caso. Os aquários construídos integralmente em vidro deverão ter paredes de maior espessura, pois sem as molduras metálicas os próprios vidros atuam como suporte. Para aquários de até 45 cm de comprimento é suficiente o uso de vidros de 4 mm de espessura; para aquários de até 90 cm, usa-se vidro de 6,5 mm; e para aquários de 120 cm é suficiente um vidro de 10 mm. Para este último modelo, e mesmo para aquários maiores, é aconselhável colocar uma faixa de vidro (com aproximadamente 10 a 15 cm de largura) cruzada no topo do aquário. Para amarrar as paredes, de modo a evitar que o aquário venha a abrir sob a pressão da água.

Fonte: Animais de estimação – PEIXES – Manual prático ilustrado. Editora JBIG

janeiro 5, 2011   3 Comments

Lebiste (Guppy) – Poecilia reticulata – Rainbowfish

O Lebiste (Guppy) é um dos mais conhecidos de todos os peixes tropicais. Seu nome se deve ao Rev. Thomas Guppy, que identificou a espécie na ilha caribenha de Trinidad. Hoje existem milhares de variedades de lebiste disponíveis para os aquaristas. Todas extraídas de seus ancestrais selvagens, podendo ser encontrado em uma ampla gama de cores,  muitos padrões de coloração e diferentes e tipos de nadadeiras.

Nomes populares
Lebiste, barrigudinho, guppy, guarú, guaru-guaru, peixe arco-iris, rainbow, rainbowfish

Características básicas:

Origem: América do Sul, ocorrendo no Caribe e norte da Amazônia
Familia: Poecilidae (Poecilídeos)
Tamanho quando adulto: 5 cm (2 in)
Dieta: Alimentos vivos pequenos e rações em flocos
Temperatura: 21-25º C (70-77º F)
pH: Alcalino (pH 7.5)
Dureza: Água dura (100-150 mg/l)
Temperamento: Peixe muito calmo, tranquilo e social.
Dificuldade de criação: Muito fácil

Dimorfismo sexual

O dimorfismo sexual dos lebistes é muito aparente. As diferentes variações de cores são exibidas de forma mais impressionante nos peixes machos, que são naturalmente mais coloridos e menores do que as fêmeas, conforme podemos observar nas imagens abaixo:

Machos de Lebiste (Guppyes)

Machos de Lebiste

Os Guppyes podem ser mantidos em grandes grupos em um aquário de uma única espécie, mas também podem ser mantidos com outras espécies de peixes não agressivos em um aquário comunitário.

janeiro 5, 2011   No Comments

Aquário de Ubatuba – Possui um dos maiores tanques de água salgada do Brasil

O Aquário de Ubatuba abriu suas portas em janeiro de 1996. Os visitantes poderão viajar pelo mundo aquático marinho através dos 12 tanques de água salgada existentes. O passeio também chama a atenção por possuir um dos maiores tanques de água salgada do Brasil – 80.000 litros).

O aquário abriga centenas de espécies de animais, dentre os quais poderão ser observados tubarões-lixa, moreias, cavalos marinhos, estrelas do mar, baiacus, garoupas e muitas outras espécies de peixes. O Aquário de Ubatuba ainda possui uma coleção de recifes de corais e algumas espécies exóticas tais como o tubarão leopardo e o peixe leão.


TUBARÃO-LEOPARDO (TRIAKIS SEMIFASCIATA)

Peixe Leão (Pterois volitans)

Peixe Leão (Pterois volitans)

O Aquário de Ubatuba dispõe de uma área intitulada “Tanque de contato e manuseio”, onde os visitantes poderão manusear, com a orientação de um monitor especializado, algumas espécies de animais marinhos, tais como estrelas do mar, pepinos do mar e outras espécies de invertebrados.

Pinguins de Magalhães poderão ser observados de perto na ala “Pinguinário”. Os visitantes terão a oportunidade de observar o curioso comportamento dessa espécie.

Pinguinario Aquário de Ubatuba - Pinguin de Magalhães

Pinguinario Aquário de Ubatuba

Pinguins no Aquário de Ubatuva

Pinguins no Aquário de Ubatuva


Veja um vídeo das arráias no Aquário de Ubatuba

O Aquário de Ubatuba fecha às quartas feiras para manutenção. De domingo a quinta feira o horário de funcionamento é das 10:00 às 20.00 horas e na Sexta-feira e no Sábado é das 10.00 às 22:00.

Tabela de preços do Aquário de Ubatuba:
- Grátis para crianças até 5 anos
- R$ 7,50   Meia – crianças entre 6 e 10 anos, estudantes com identificação e idosos acima de 65 anos.
- R$ 14,00 Promoção – grupos com mais de 4 adultos.
- R$ 15,00 Inteira – adultos
Para mais informações sobre o Aquário de Ubatuba, visite o site oficial do atrativo através do link abaixo:

outubro 14, 2010   No Comments

Aquário de São Paulo – O primeiro aquário temático da América do Sul

O Aquário de SP abriu suas portas em junho de 2006 e foi o primeiro aquário temático construído na América Latina. O aquário de São Paulo abriga mais de 220 espécies de animais entre peixes, répteis e mamíferos marínhos e de água doce.

Com área de cerca de 3.000 metros quadrados, o aquário de São Paulo é o maior aquário do Brasil e é dividido em algumas seções temáticas, amplamente decoradas e realistas. Réplicas perfeitas de diversos animais estão por toda parte. As seções do Aquário de SP são:

- Oceanário

– Água doce
Neste setor o visitante vai se maravilhar com os peixes e animais do pantanal. Existe ainda a reprodução de um mangue, onde pode-se observar carangueijos vermelhos, siris e outros animais.

- Vale dos dinossauros

– Museu paleontológico

O Aquário de São Paulo conta com uma equipe composta de oceanógrafos, veterinários e biólogos para garantir o bem estar dos animais do aquário. São tomados todos os cuidados para garantir que os animais não fiquem estressados, tenham uma alimentação adequada e se sintam em seu habitat natural.

Visita noturna

O Aquário de SP ainda oferece a opção de um passeio noturno, onde cada visitante recebe uma lanterna especial e terá a oportunidade de conhecer os hábitos noturnos de milhares de espécies. A visita noturna deverá ser agendada com antecedência por telefone. Para maiores informações sobre o passeio noturno no Aquário de São Paulo clique aqui para ir ao site oficial do atrativo.

Conheça o Aquário de São Paulo

Aquário de São Paulo
Rua Huet Bacelar, 407 – Ipiranga
Telefone: (11) 2273-5500
Funcionamento: de segunda a domingo, das 9h às 18h
Ingressos: para consultar os valores dos ingressos, clique aqui e veja o site oficial do Aquário de São Paulo
Vendas antecipadas: www.ticketmaster.com.br

Como chegar ao aquário de São Paulo (clique para expandir a imagem)

Como chegar ao aquário de São Paulo

Mapa de como chegar ao aquário de São Paulo

outubro 5, 2010   No Comments

Paulistinha (Brachydanio Rerio) – Danio Rerio – Zebrafish

O Paulistinha é um peixe muito comum no mundo dos aquários. Sua cor predominante é o verde oliva com listras longitudinais brancas. Por ser um peixe muito resistente, de porte pequeno, pacifico e muito ativo é altamente indicado para criadores iniciantes. Os paulistinhas ocupam geralmente a parte superior do aquário e gostam de brincar em correntezas chegando até a ensaiar alguns pequenos saltos para fora da água. Os paulistinhas são peixes de cardume e devem ser mantidos em grupos de pelo menos 10 exemplares.

Nomes populares
Paulistinha, Zebra Danio, Danio Rerio, Dânio

Características básicas:

Origem: Ásia, ocorrendo no leste da Índia onde ocorre desde Calcutta até o Masulipatam
Familia: Cyprinidae (Ciprinídeos)
Tamanho quando adulto: 6 cm (2,5 in)
Dieta: Alimentos vivos e rações em flocos
Temperatura: 20-24º C (68-75º F)
pH: Ácido (pH 6.0-6.5)
Dureza: Água mole (50 mg/l)
Temperamento: Peixe muito ativo, pacífico e curioso
Dificuldade de criação: Muito fácil

Variedades de espécies do peixe Paulistinha (clique para aumentar a imagem)

Espécies do peixe danio paulistinha - zebrafish

Espécies do peixe danio paulistinha - zebrafish

Reprodução

A reprodução do paulistinha é considerada difícil em cativeiros, mas não é uma tarefa impossível. Deve-se utilizar um aquário pequeno – de 30 a 40 litros é suficiente. A temperatura da água deve estar entre 20 a 24º C. No fundo do aquário deve-se colocar uma camada de cascalho grosso ou pedras pequenas, que servirão para proteger os ovos, evitando assim que sejam devorados pelos pais. O nível da água deve ser mantido baixo, de 12 a 15 cm. O acasalamento acontece normalmente, a fêmea libera os ovos que são imediatamente fecundados pelo macho. Os ovos se depositam então entre a camada de cascalho grosso ou pedras que está no fundo do aquário. Após a desova, o casal deve ser retirado do aquário. Dentro de aproximadamente 48 horas os ovos eclodem. Os filhotes de paulistinha nascem muito pequenos e deverão ser alimentados com gema de ovo cozida, dáfnias, infusórios e náuplios de artêmia.

Veja um vídeo do Paulistinha


Fotos de peixe Paulistinha

Cardume de Paulistinhas - Dânio Rerio

Cardume de Paulistinhas - Dânio Rerio

Zebra Dânio - Paulistinha Zebra

Zebra Danio - Paulistinha Zebra

Peixes Paulistinha em aquário plantado

Peixes Paulistinha em aquário plantado

Zebrafish_danio_zebra_aquario_plantado

Zebrafish_danio_zebra_aquario_plantado

peixe_paulistinha

peixe_paulistinha

paulistinha

paulistinha

outubro 3, 2010   No Comments

Como cuidar do seu aquário – Para pessoas iniciantes

Seguem algumas dicas de como cuidar bem do seu aquário:

1) Dar uma quantidade de ração que os peixes consumam em, no máximo, 5 minutos. Lembre-se que o estômago de um peixe é muito pequeno! A comida em excesso prejudicará sua saúde.

2) Nunca lavar o aquário com sabão ou qualquer outro material de limpeza. Use apenas água corrente da torneira e uma esponja nova reservada apenas para a limpeza do aquário.

3) A água a ser utilizada no aquário pode ser da torneira desde que deixe a água descansar em um recipiente por no mínimo 2 dias antes de colocar no aquário. Assim o cloro irá evaporar e os metais pesados (chumbo, cobre) decantarão no fundo do recipiente. Existem produtos que retiram o cloro da água e os metais pesados. Com aplicação desses produtos é possível repor a água no mesmo dia, respeitando o tempo de reação que o fabricante indicar no rótulo.

4) A limpeza do aquário deve ser realizada todo mês. Caso o aquário não se mantenha limpo durante pelo menos 1 mês verifique se o sistema de filtragem é eficiente para o tamanho do aquário e para a quantidade de peixes. Para saber se a filtragem é eficiente, faça os seguintes cálculos:
- Calcule quantos litros o aquário tem: Altura (cm) X Largura (cm) X Comprimento (cm);
- Pegue o resultado da multiplicação acima e divida por 1000 e você obterá o valor em litros da capacidade do aquário;
- Multiplique a litragem do aquário que você obterve por 4;
- O filtro deve fazer esse valor em litros por hora. Ex: Um aquário de 100 litros deve ter um filtro capaz de filtrar 400 litros por hora.

5) Ao realizar a limpeza, trocar apenas 1/3 (um terço) da água do aquário. Caso o aquário esteja muito sujo, trocar metade da água do aquário.

6) Não colocar o aquário em lugares muito frios. O ideal seria dentro de casa. Nos dias de frio intenso, coloque um aquecedor ou termostato no aquário. No caso do uso de aquecedor, mantenha um termometro para medir a temperatura constantemente. A temperatura ideal para o aquário deve estar em torno de 27 a 30º C. Nunca esquente a água para colocar no aquário. Isso pode causar choque térmico e matar os peixes.

7) Não bater no vidro do aquário! Isso pode causar stress aos peixes.

8) Evitar colocar a mão dentro da água, pois a mão humana pode conter suor e impurezas.

9) Evitar outros alimentos que não seja ração, pois ela já contém todos os nutrientes que o peixe necessita.

10) Se o aquário tiver iluminação artificial, não deixe-a ligada durante a noite, pois os peixes precisam descansar.

11) Cuidado com enfeites e produtos que não são de uso próprio para aquário! Eles podem liberar toxinas que complicarão a saúde dos peixes.

12) Mantenha a tampa do seu aquário sempre fechada. Alguns peixes tem o hábito de saltar para fora do aquário quando a tampa está aberta. Dessa forma, também pode-se evitar que as impurezas caiam na água do aquário.

13) Não coloque peixes de pH diferentes no mesmo aquário e tome cuidado com cascalho, conchas e materiais que possam alterar o pH.

14) Deixe o aquário longe do alcance da luz solar. Isso ajuda a evitar o super aquecimento da água, o aparecimento de algas, consequentemente ajuda a manter a água cristalina.

outubro 1, 2010   9 Comments

Bala Shark (Balantiocheilus melanopterus) – Tubarão Bala

O corpo prateado e a nadadeira caudal bifurcada amarelada afiada com contornos em preto é o maior identificador do Bala Shark. Estes peixes são muito ativos e excelentes nadadores e saltadores e possuem uma forma de nadar inigualável a outras espécies de peixes. À medida que crescem, as fêmeas podem ser reconhecido pelo formato arredondado de seu ventre. A reprodução destes peixes requer muito espaço. Podem ser agressivos com peixes de menor tamanho.

Nomes populares
Tubarão Bala, Labeo Prateado, Tricolor Sharkminnow, Tubarão Prata, Barbus Melanopterus, Puntius Melanopterus, Systomus Melanopterus

Características básicas:

Origem: Sudeste Asiático, Tailândia, Península Malaia, Sumatra e Bornéo
Familia: Cyprinidae (Ciprinídeos)
Tamanho quando adulto: 30 cm (12 in)
Dieta: Alimentos vivos e rações em flocos
Temperatura: 22-25º C (72-77º F)
pH: Ácido (pH 6.0-6.5)
Dureza: Água mole (50 mg/l)
Temperamento: Relativamente pacífico
Dificuldade de criação: Muito fácil

Reprodução

O Bala Shark é um peixe ovíparo, mas conseguir a reprodução do Bala Shark no aquário é muito difícil. Alguns aquaristas consideram uma missão impossível, a não ser que você tenha um aquário muito grande. O ritual do acasalamento é feito pelo casal nadando em alta velocicade de um lado para o outro em linha reta, o que requer muito espaço, algo em torno de 8 a 10 metros.

Dimorfismo sexual

O dimorfismo sexual dos Bala Sharks é pouco aparente. Os machos são geralmente um pouco maiores e as fêmeas possuem o ventre mais arredondado.

Veja um vídeo do Bala Shark

Fotos de Bala Shark

Bala Shark (Balantiocheilos Melanopterus)

Bala Shark (Balantiocheilos Melanopterus)

Bala Shark

Bala Shark

Bala Shark no aquário

Bala Shark no aquário

Bala Shark no fundo de cascalho branco

Bala Shark no fundo de cascalho branco

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outubro 1, 2010   No Comments