Paulistinha (Brachydanio Rerio) – Danio Rerio – Zebrafish
O Paulistinha é um peixe muito comum no mundo dos aquários. Sua cor predominante é o verde oliva com listras longitudinais brancas. Por ser um peixe muito resistente, de porte pequeno, pacifico e muito ativo é altamente indicado para criadores iniciantes. Os paulistinhas ocupam geralmente a parte superior do aquário e gostam de brincar em correntezas chegando até a ensaiar alguns pequenos saltos para fora da água. Os paulistinhas são peixes de cardume e devem ser mantidos em grupos de pelo menos 10 exemplares.
Nomes populares
Paulistinha, Zebra Danio, Danio Rerio, Dânio
Características básicas:
Origem: Ásia, ocorrendo no leste da Índia onde ocorre desde Calcutta até o Masulipatam
Familia: Cyprinidae (Ciprinídeos)
Tamanho quando adulto: 6 cm (2,5 in)
Dieta: Alimentos vivos e rações em flocos
Temperatura: 20-24º C (68-75º F)
pH: Ácido (pH 6.0-6.5)
Dureza: Água mole (50 mg/l)
Temperamento: Peixe muito ativo, pacífico e curioso
Dificuldade de criação: Muito fácil
Variedades de espécies do peixe Paulistinha (clique para aumentar a imagem)
Reprodução
A reprodução do paulistinha é considerada difícil em cativeiros, mas não é uma tarefa impossível. Deve-se utilizar um aquário pequeno – de 30 a 40 litros é suficiente. A temperatura da água deve estar entre 20 a 24º C. No fundo do aquário deve-se colocar uma camada de cascalho grosso ou pedras pequenas, que servirão para proteger os ovos, evitando assim que sejam devorados pelos pais. O nível da água deve ser mantido baixo, de 12 a 15 cm. O acasalamento acontece normalmente, a fêmea libera os ovos que são imediatamente fecundados pelo macho. Os ovos se depositam então entre a camada de cascalho grosso ou pedras que está no fundo do aquário. Após a desova, o casal deve ser retirado do aquário. Dentro de aproximadamente 48 horas os ovos eclodem. Os filhotes de paulistinha nascem muito pequenos e deverão ser alimentados com gema de ovo cozida, dáfnias, infusórios e náuplios de artêmia.
Veja um vídeo do Paulistinha
Fotos de peixe Paulistinha
outubro 3, 2010 No Comments
Bala Shark (Balantiocheilus melanopterus) – Tubarão Bala
O corpo prateado e a nadadeira caudal bifurcada amarelada afiada com contornos em preto é o maior identificador do Bala Shark. Estes peixes são muito ativos e excelentes nadadores e saltadores e possuem uma forma de nadar inigualável a outras espécies de peixes. À medida que crescem, as fêmeas podem ser reconhecido pelo formato arredondado de seu ventre. A reprodução destes peixes requer muito espaço. Podem ser agressivos com peixes de menor tamanho.
Nomes populares
Tubarão Bala, Labeo Prateado, Tricolor Sharkminnow, Tubarão Prata, Barbus Melanopterus, Puntius Melanopterus, Systomus Melanopterus
Características básicas:
Origem: Sudeste Asiático, Tailândia, Península Malaia, Sumatra e Bornéo
Familia: Cyprinidae (Ciprinídeos)
Tamanho quando adulto: 30 cm (12 in)
Dieta: Alimentos vivos e rações em flocos
Temperatura: 22-25º C (72-77º F)
pH: Ácido (pH 6.0-6.5)
Dureza: Água mole (50 mg/l)
Temperamento: Relativamente pacífico
Dificuldade de criação: Muito fácil
Reprodução
O Bala Shark é um peixe ovíparo, mas conseguir a reprodução do Bala Shark no aquário é muito difícil. Alguns aquaristas consideram uma missão impossível, a não ser que você tenha um aquário muito grande. O ritual do acasalamento é feito pelo casal nadando em alta velocicade de um lado para o outro em linha reta, o que requer muito espaço, algo em torno de 8 a 10 metros.
Dimorfismo sexual
O dimorfismo sexual dos Bala Sharks é pouco aparente. Os machos são geralmente um pouco maiores e as fêmeas possuem o ventre mais arredondado.
Veja um vídeo do Bala Shark
Fotos de Bala Shark
outubro 1, 2010 No Comments











